Home Institution

University of Washington, Seattle

Publication Date

Spring 2016

Program Name

Brazil: Public Health, Race, and Human Rights

Abstract

The objective of this research project is to hear the personal narratives of Tupinambá Indigenous Brazilian women living in the Olivença community in Ilheus, Bahia regarding their experiences giving birth in order to discern the prevalence of various forms of obstetric violence within their experiences. In the context of this study the term "obstetric violence," derived from an extensive literature review, encompasses 1) physical abuse, 2) the unethical imposition of medical interventions, 3) the denial or lack of privacy, 4) undignified care which includes verbal abuse, 5) discrimination, 6) abandonment, neglect or the refusal to grant assistance, 7) detention in services and 8) institutional unpreparedness. After hearing fourteen personal childbirth narratives from Tupinambá women, I analyzed each narrative in order to identify the presence of these forms of obstetric abuse, and subsequently determined which forms are most common among the sample population and how this pattern compares to the national indicators and patterns.

My findings were thus: the most common forms of obstetric violence present in the Tupinambá narratives are institutional unpreparedness with 14 cases, neglect with 10 cases, a medical professional's refusal to grant assistance with 5 cases, unethical medical interventions with 4 cases, and undignified care with 4 cases.

O objetivo deste projeto de pesquisa é ouvir as narrativas pessoais dos Tupinambá mulheres brasileiras indígenas que vivem na comunidade Olivença, em Ilhéus, Bahia sobre suas experiências que dão à luz, a fim de discernir a prevalência de várias formas de violência obstétrica dentro de suas experiências. No contexto deste estudo, o termo "violência obstétrica", derivado de uma extensa revisão da literatura, significa 1) O abuso físico, 2) a imposição antiético de intervenções médicas, 3) a negação ou a falta de privacidade, 4) cuidados indigna que inclui abuso verbal, 5) a discriminação, 6) abandono, negligência ou recusa de assistência, 7) detenção em serviços e 8) despreparo institucional. Depois de ouvir catorze narrativas parto pessoais de mulheres Tupinambá, eu analisei cada narrativa, a fim de identificar a presença destas formas de abuso obstétrica e, posteriormente determinou quais as formas são mais comuns entre a população de amostra e como este padrão se compara com os indicadores e padrões nacionais .

Meus resultados foram assim: as formas mais comuns de obstétrica violência presente nas narrativas Tupinambá são despreparo institucional com 14 casos, a negligência com 10 casos, a recusa de um profissional médico para conceder uma ajuda com 5 casos, as intervenções médicas antiéticas com 4 casos e cuidados undignified com 4 casos.

Disciplines

Domestic and Intimate Partner Violence | Family, Life Course, and Society | Latina/o Studies | Maternal and Child Health | Obstetrics and Gynecology

 

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